quarta-feira, 26 de maio de 2010

Quem domina o quê mesmo?

Quem nunca recebeu um daqueles e-mails estranhos, supostamente do seu banco, por exemplo, informando alguma ação e solicitando uma série de dados? Que atire a primeira @!!

Então, trata-se de um golpe comum, mas que já é contemplado até por um conceito: Engenharia social. Segundo o Wikipédia, dentre outras coisas, “chama-se Engenharia Social as práticas utilizadas para obter acesso a informações importantes ou sigilosas em organizações ou sistemas por meio da enganação ou exploração da confiança das pessoas. Para isso, o golpista pode se passar por outra pessoa, assumir outra personalidade, fingir que é um profissional de determinada área, etc.”

Ao contrário do que os mais familiarizados com a informática e com a internet são levados a pensar, muitos ainda são aqueles que não estão aptos a perceber esse tipo de manobra dos golpistas, ou pior, que mesmo “treinados” ainda acabam caindo nas ciladas.

“Nós não tocamos em redes, nós tocamos nas pessoas [...] Porque, no fim, o elo mais fraco em todas essas coisas é a pessoa que está à frente da tela.” É uma afirmação de Winn Schwartau, um consultor de segurança norte-americano e fundador da Security Awareness Company, ao comentar, sobre o problema da insegurança na internet.

O consultor chama a atenção para o fato de que a natureza humana não pode ser ignorada como um fator que interfere diretamente na conscientização das pessoas quanto aos perigos da internet. Independente de programas, softwares, plataformas e outras coisas mais controladas e criadas pelo homem, há um ponto vulnerável e que não se controla de forma tão prática: o próprio ser humano.

Vaidade, auto-confiança e o poder de persuasão são características humanas que podem ser usadas contra os mesmos no momento de se deixar conduzir por uma mensagem ou instrução mal intencionada.

Portanto, cuidado com você mesmo ao abrir sua caixa de entrada.


Nenhum comentário:

Postar um comentário